Em que destino me cabe?!
Viverei para ele ou realmente não existirá?!
Tudo que sei é que sou...
Sou nostálgico, sou exagerado
Sou aquele colibri que voa,
mas, que não encontra sua imortal flor.
E o que farei se promessas não me trazem?!
Se a vida é um sonho?!
E se estou prestes a acordar-me?!
Prefiro mergulhar neste céu;
Sentindo o ar que me corta os pulmões
enquanto me resta respirar.
(Ruan Carlos Teles)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Panis Et Circenses - Composição: Caetano Veloso E Gilberto Gil
Eu quis cantar
Minha canção iluminada de sol
Soltei os panos sobre os mastros no ar
Soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
Mandei fazer
De puro aço luminoso punhal
Para matar o meu amor e matei
Às cinco horas na Avenida Central
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
Mandei plantar
Folhas de sonho no jardim do solar
As folhas sabem procurar pelo sol
E as raízes, procurar, procurar
Mas as pessoas da sala de jantar
Essas pessoas da sala de jantar
São as pessoas da sala de jantar
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
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Vídeo de Marisa Monte interpretando essa música:
http://www.youtube.com/watch?v=VPN4lwVcZLo
Minha canção iluminada de sol
Soltei os panos sobre os mastros no ar
Soltei os tigres e os leões nos quintais
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
Mandei fazer
De puro aço luminoso punhal
Para matar o meu amor e matei
Às cinco horas na Avenida Central
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
Mandei plantar
Folhas de sonho no jardim do solar
As folhas sabem procurar pelo sol
E as raízes, procurar, procurar
Mas as pessoas da sala de jantar
Essas pessoas da sala de jantar
São as pessoas da sala de jantar
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer
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Vídeo de Marisa Monte interpretando essa música:
http://www.youtube.com/watch?v=VPN4lwVcZLo
domingo, 7 de agosto de 2011
A Via Láctea - Renato Russo e Marcelo Bonfá
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso!
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa.
Amanhã é outro dia
Não é?
Eu nem sei por quê me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim.
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou.
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim...
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso!
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa.
Amanhã é outro dia
Não é?
Eu nem sei por quê me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim.
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou.
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Antiguidade Contemporânea

E mais um dia me vem à noite
Com suas incertezas vívidas
Fazer com que eu me observe
Pensando no que seja vida
Mas se Ela me persegue
Mais não sei a fazer
Pode ser que no amor eu me entregue
E na dor insista morrer
Lamentável é aquele estar
Quem não se dá o luxo de se autoquestionar
Porque este pode até viver
Mas a existência não é do seu merecer
Sou João, sou José, posso também ser Rita
Mas com mais um copo de birita
Não serei mais esse eu quem ali pode estar
A perfeição não está nada perto do que escrevo aqui
E o que é perfeito?
Se nem o que lês podes corrigir?!
(Ruan Teles)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Autopsicografia - Fernando Pessoa
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